Uso do ensaio de resistividade elétrica dos concretos na avaliação da durabilidade

The calculation of the time to reinforcement corrosion and service life duration is a subject of increasing interest. In present communication is explained how to use the electrical resistivity to calculate both the initiation and propagation periods in the case of carbonation and chloride penetration, although only the case of chlorides is illustrated here. The main advantage is that resistivity is an inexpensive non destructive measurement that can be used for routine quality control. The resistivity is an indication of the porosity and pore connectivity. It increases with time as hydration proceeds which is an indication of aging or pore refinement. In addition to the measurement of the resistivity it is necessary to calculate a “reaction factor” for accounting of the binding with cement phases. Concerning the propagation period, the electrical resistivity is an indication of the moisture content of concrete and therefore, it has a relationship with the corrosion cement. A model is proposed in which the resistivity is introduced in the square root of time law.

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Mecanismos de transporte de cloretos na atmosfera de Salvador/BA

As estruturas de concreto armado existentes em regiões litorâneas são fortemente atacadas por agentes agressivos, sendo os cloretos os causadores dos maiores danos. A durabilidade desse material mantém uma relação direta com a estrutura de seus poros, com as microfissuras da pasta de cimento e com a forma de ingresso e transporte dos agentes agressivos, estejam estes em estado líquido ou gasoso. O presente trabalho teve dois objetivos principais: estudar as taxas de deposição de cloretos em estruturas de concreto armado com idades distintas de construção e localizadas em diversos bairros de Salvador e estabelecer uma modelagem do mecanismo de transporte desses ânions em sua camada de cobertura. Avalia também a variabilidade efetiva dos perfis de transporte de cloretos nessas estruturas. A metodologia da pesquisa compreendeu a execução de ensaios laboratoriais de percolação de coluna e de sucção em argamassas e concretos com o emprego dos programas SEEP/W e CTRAN/W, visando identificar os parâmetros de transporte de soluções pelos corpos de prova e as suas curvas de retenção de água, respectivamente. Paralelamente, houve ensaios de campo para determinar a deposição de cloretos orgânicos existentes na atmosfera e para a extração de testemunhos em edificações, a fim de se conhecer a influência dos parâmetros climatológicos e de salinidade ambiental na penetração de cloretos no concreto armado, ao longo do tempo. Os estudos experimentais realizados em argamassas e concretos, com diferentes relações água/cimento e diferentes índices de consistência, propiciaram a obtenção dos principais parâmetros relacionados ao mecanismo de transporte de cloretos nesses materiais, tais como: dispersão hidrodinâmica, fator de retardamento, coeficiente de difusão, coeficiente de permeabilidade, porosidade, fator de tortuosidade etc. As análises dos modelos de percolação da solução de NaCℓ e de transporte do seu contaminante indicam que os valores de cobrimento nominal de armadura exigidos pela NBR 6118 (ABNT, 2007), relativos às classes de agressividade ambiental moderada e forte, estão bem ajustados, considerando-se uma vida útil mínima de projeto (VUP) para sistema estrutural de 50 anos. Os resultados obtidos em campo permitiram avaliar a influência das condições climáticas (temperatura, umidade relativa, precipitação, direção e velocidade do vento), altitude e distância ao mar na deposição de cloretos nas estações de monitoramento instaladas, resultando em estimativa de classificação da agressividade ambiental da cidade Salvador.

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Mapemaneto de cloretos em Salvador/BA

As estruturas de concreto armado, quando inseridas em zonas de atmosfera marinha, sofrem com processos corrosivos que afetam sua durabilidade, causados, em grande parte das vezes, pelos íons cloretos. Um dos principais parâmetros analisados na concepção dos projetos estruturais a fim de minimizar estes processos é a definição da classe de agressividade ambiental, estipulada a partir dos parâmetros da NBR 6118 (ABNT, 2014). Há, no entanto, dificuldades por parte dos projetistas em se definir a extensão dos ambientes agressivos em zonas costeiras, motivo pelo qual diversos estudos foram realizados com o intuito de se estudar as taxas de deposição de cloretos e sua relação com a distância ao mar nestas regiões, como é o caso do estudo de Marcílio Vilasboas (2013). Com o propósito de facilitar a identificação das classes de agressividade ambiental encontradas nos bairros da cidade de Salvador – Bahia, este trabalho realizou a incorporação de duas novas variáveis (altura e existência de construções vizinhas) ao modelo utilizado por Vilasboas (2013) para calcular a taxa de deposição de cloretos na capital baiana, possibilitando a verificação da influência destas variáveis nos resultados e a atualização do mapa de agressividade ambiental de Salvador a partir de dados experimentais.

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Projeto durabilidade de estruturas de concreto armado

POR QUE PROJETO POR DURABILIDADE ?
• PREOCUPAÇÃO MUNDIAL COM A DEGRADAÇÃO PREMATURA x
DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO/TECNOLÓGICO
• Evolução científica e tecnológica nas últimas décadas (cimento, etc..);
• Edifícios altos, estruturas esbeltas, obras ágeis, vãos maiores, redução da inércia;
• Resultado no desempenho mecânico -> aumento das deformações;
• Resultado no desempenho eletroquímico e na microestrutura -> efeito do menor
consumo de cimento para a mesma resistência mecânica -> mudanças na
alcalinidade e nas microfissuras em operação ?

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Manual de inspeção de estruturas em ontario

The Ontario Structure Inspection Manual has been used for bridge inspections in Ontario since 1985. The manual underwent significant modifications in the year 2000. The Manual will continue to evolve and comments and suggestions will be recorded and, if necessary, revisions will be made.

A new “severity and extent” philosophy has been adopted in order to simplify the process of using inspection information to estimate bridge rehabilitation needs and costs. The inspection process is quite similar to the old process except for changes in the way that inspection data is recorded. Material defects of various bridge components, as defined in Section 2, Part 1 of this manual are still valid. The new approach requires that more quantitative data be collected and recorded on the Condition State of bridge elements. Part 1 of the manual also describes the various components of a bridge. These components are grouped into convenient “Elements” for inspection purposes as described in Part 2. Although, primary, secondary and auxiliary components are described in Part 1, for inspection purposes, no distinction is made between these types of components.

The previous Material Condition Rating Tables in Part 2 of the manual have been replaced with Condition State Tables. Four Condition States have been defined for bridge elements, namely, Excellent, Good, Fair and Poor. The condition of bridge elements is defined to be in any one or more of these Condition States. At any given time, areas within a bridge element may be in different Condition States, or the whole of the element may be in the same Condition State. For each bridge element, the inspector assesses and records the amount (area, length or unit as appropriate) of the element in each of the four Condition States. This assessment is based predominately on visual observations, however, some non-destructive testing, such as hammer tapping of concrete for delamination, will be required to determine or verify areas in poor condition. Where an area in poor condition is noted, the area is to be delineated and measured.

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Manual de inspeção de pontes rodoviárias do departamento nacional de infraestrutura de transportes versão 2004

O Instituto de Pesquisas Rodoviárias do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes, dando prosseguimento ao Programa de Revisão e Atualização de Normas e Manuais Técnicos vem lançar à comunidade rodoviária o seu Manual de Inspeção de Pontes Rodoviárias, objeto de revisão do homônimo Manual do DNER de 1980.
Nesta edição buscou-se incorporar o que há de mais atual em técnicas de inspeção de pontes, bem como apresentar uma total reformulação do enfoque em relação ao Manual anterior.
A itemização do presente Manual é bem diferente do editado em 1980; alguns capítulos foram ampliados e tratados com outro enfoque e outros são inteiramente novos. Enquanto que o antigo Manual apoiava-se, basicamente, no Bridge’s Inspector Training Manual / 70, a presente revisão segue, principalmente, a orientação de uma vasta bibliografia do FHWA (Federal Highway Administration), e da AASHTO (American Association of State Highway and Transportation Officials), onde pontifica o Bridge’s Inspector Training Manual / 90, editado pelo FHWA em julho/1991 e revisado em março/1005

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Manual de conservação preventiva de edificações antigas

As práticas de conservação preventiva e de manutenção permanente do bem edificado não são da nossa tradição.

Recorrer à restauração depois que o edifício chega a alto nível de degradação tem sido regra. Não se incorporaram ainda em nosso meio, conceitos como o da prevalência da conservação sobre a restauração. Os riscos que uma restauração traz vem sendo ignorados, embora a Carta de Veneza, de todos conhecida, já alertasse para sua excepcionalidade. Não se disseminou ainda em nosso meio conceitos como de “ conhecer muito para intervir pouco” nem o de “ prevenir para não intervir”.

São constatações como essas que levaram o Grupo Tarefa a preparar este Manual cujo objetivo é contribuir para a mudança, necessária, de visão de preservação do Patrimônio Edificado. Ele poderá ser o ponto de partida para um processo de reeducação de técnicos, proprietários e usuários, na linha de uma preservação efetiva, porque preventiva.

Para sua elaboração contactamos as arquitetas Mariely Cabral de Santana e Griselda Pinheiro Klüppel, respectivamente técnica e professora da Universidade Federal da Bahia, que já vinham desenvolvendo estudos e pesquisas práticas dentro dessa linha preventiva. Acreditamos que o resultado alcançado contribuirá para uma renovação e aperfeiçoamento da preservação dos bens culturais de natureza material.

Foi elaborado pelo GT-IPHAN –Programa Monumenta/Bid – com a colaboração de técnicos desse IPHAN e consultores autônomos, com apoio da UNESCO, através do Acordo de Cooperação Técnica entre o MinC e este organismo.

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Inspeções de pontes com ensaios não destrutivos

The present manual is addressed to Central Railway and covers the subjects of Non Destructive Testing (NDT) and inspections including NDT. The manual has been prepared as part of a pilot project in the area of Non Destructive Testing of railway bridges on Central Railway. The manual describes the basic issues regarding planning, execution and reporting of bridge inspections including NDT-investigations. Selected types of damage and damage mechanisms are also described in this manual as an extensive knowledge of the possible damage mechanisms and signs of damage are very important for selecting the right NDT-method to apply in each individual case. Selected NDT-methods to be used on concrete, steel and masonry bridges are described in the manual. The methods described in the present manual are primarily the NDT-methods included in the pilot project program.

 

Manual de inspeção de pontes pós tensionadas e de cabos estaiados

These inspection guidelines describe nondestructive evaluation (NDE) methods for different condition assessment including corrosion, section loss, breakage, grout conditions, voids, water infiltration, and tendon deterioration in the anchorage systems. The NDE methods are ground penetrating radar (GPR), infrared thermography (IRT), electrical capacitance tomography (ECT), magnetic flux leakage (MFL), magnetic main flux method (MMFM), impact echo (IE), ultrasonic tomography (UST), ultrasonic echo (USE), sonic/ultrasonic pulse velocity (S/UPV), low frequency ultrasound (LFUT), sounding, visual testing (VT), and electrochemical impedance spectroscopy (EIS). The material in this report will be of immediate interest to bridge owners and inspectors

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